Segundo temos vindo a ouvir e a ler em tudo o que se publica por aí, (é o próprio ministro das Finanças quem o veio dizer) o que nos espera é que os sectores mais sacrificados vão ser as áreas sociais – Saúde, Educação e Segurança Social.
Ao desatinado, até parece que os deuses foram mas é todos de férias para bem longe destas suas criaturas.
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